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Windows XP Terminal Server

15 de maio de 2012 16 comentários

O Windows XP por padrão impossibilita de mais de um usuário o utilize simultaneamente seja utilizando fisicamente o computador como por RDP (Conexão Remota por serviço de terminal), com o uso do Windows XP Unlimited Terminal Server ele libera a utilização do serviço de Área de Trabalho Remota para que mais de um usuário possa utilizá-lo ao mesmo tempo.
Essa forma de utilização não é homologado pela microsoft, e não há um licenciamento para esse fim portanto não é “legal” à utilizem para fins de estudos e testes em sua casa.

1 – Primeiro baixe esse arquivo, descompacte e coloque a pasta no C:;

2 – Abra o executar clicando em Iniciar e depois Executar e digite services.msc;

3 – Procure o Serviço de Terminal;

4 – De um duplo clique e altere o tipo de Inicialização para Desativado e de ok;

5 – Clique com o botão direito em Meu Computador e clique em Propriedades;

6 – Vá para a aba Remoto e desmarque as duas opções de Assistência remota e Área de trabalho remota e clique em ok;

7 – Reinicie o computador e quando iniciar o post (informações do computador quando ele é ligado (bios)) fique pressionando F8 até aparecer uma tela com algumas opções, escolha Modo Seguro e pressione Enter;

8 -Escolha o sistema operacional e pressione Enter;

9 – Na tela de login do windows entre com um usuário e senha com direitos de administrador;

10 – De um Ok na tela de aviso do modo de segurança;

11 – Abra a pasta WinXPP-UTS e copie o arquivo termsrv.dll para a pasta C:\Windows\system32, (já existe um arquivo com o mesmo nome nessa pasta, o ideal é você alterar esse arquivo para termsrv.old, dessa forma você terá um backup do arquivo)

12 – Reinicie o computador normalmente;

13 – Agora vamos ativar os serviços que paramos, abra o executar e digite services.msc, procure o Serviço de terminal e altere o Tipo de inicialização para Automático e clique em Aplicar, depois em Iniciar e depois Ok;

14 – Abra as propriedades do Meu Computador (botão direito do mouse em Meu computador depois propriedades ou segure a tecla Windows e pressione Pause), vá para a aba Remoto e marque a opção Permitir que usuários se conectem remotamente a este computador em Área de trabalho remota, clique em Aplicar e depois Ok;

15 – Novamente abra o Executar e digite regedit;

16 – vá para HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Run, clique com o botão direito no mouse no painel direto em uma área vazia e selecione a opção Valor da sequência;

17 – Coloque o nome WinXPP-UTS e pressione Enter;

18 – De um duplo clique no WinXPP-UTS e em Dados do valor adicione o local do arquivo C:\WinXPP-UTS\ts_multiple_sessions.bat

19 – Se o usuário for um administrador do computador ele conseguirá acessar normalmente caso contrário você terá que adicionar o usuário no grupo Usuários da área de trabalho remota, para isso Abra o Gerenciador do computador, clique com o botão direito do mouse em Meu computador e escolha Gerenciar;

20 – Expanda Usuários e grupos locais e clique em Grupos, no painel da direita você verá um grupo chamado Usuários da área de trabalho remota, de um duplo clique para abrir as propriedades;

21 – Clique no botão Adicionar;

22 – Se o computador não esta no domínio clique em Avançado e depois Localizar agora, se estiver no domínio digite o nome ou o inicio do usuário que você quer adicionar e clique em Verificar;

23 – Será mostrados o resultado da pesquisa, escolha os nomes e clique em Ok;

24 – Pressione Ok novamente para adicionar os usuários;

25 – Agora você pode ver os usuários que foram adicionados;

Pronto terminamos a configuração e como você pode ver na figura abaixo há mais de um usuário conectado na máquina com Windows XP.

Com isso você pode se conectar ao Windows XP remotamente com quantos usuários quiser.

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Fonte: Procedimentos em TI

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Diferenças e melhorias nos discos virtuais do Hyper-V R2

9 de maio de 2012 Deixe um comentário

Esse post não foi escrito por mim, retirei na integra do blog MSVirtualization pois achei muito interessante principalmente por que se trata de virtualização.

Esse post explica muito bem a evolução dos discos VHD e a performance que podemos obter no Hyper-V R2.

A Microsoft vem usando discos virtuais (VHDs) desde 2003 em sua primeira versão de software de virtualização e até hoje continua utilizando em vários outros recursos. O VHD é um encapsulador que contém uma imagem de disco rígido que possui uma flexível maneira de armazenar dados em um simples formato de arquivo. Para ter noção dos benefícios que podem ser abstraídos dos VHDs, desde o Windows 2008 o arquivo de backup usam a extensão VHD, a partir do Windows 7 e do Windows 2008 R2 é possível iniciar um sistema operacional físico baseado em um VHD e também é possível criar e gerenciar VHDs usando o gerenciamento de discos e a linha de comando diskpart.

O Windows Server 2008 R2 trouxe interessantes novidades relacionadas à virtualização e uma delas foram as melhorias feitas na arquitetura dos discos virtuais. Antes de entrarmos em detalhes sobre elas veremos na tabela abaixo os quatro tipos de discos e as respectivas instruções de uso de cada um deles.

Tipo de VHD Recursos Instruções de uso
Disco dinâmico O arquivo começa com alguns kbs e cresce apenas quando os dados são adicionados alocando-os em blocos. O arquivo é limitado de acordo com as configurações dadas durante a criação do disco. Tem aproximadamente 10% a 15% menos performance que um disco fixo As melhorias existentes na versão R2 faz com que esta opção se torne viável para ser usada em alguns cenários de produção. A capacidade de armazenamento do host e a fragmentação podem ser um risco.
Disco fixo Cria um arquivo dedicado que não muda de acordo com o conteúdo que é adicionado. Isso garante mais performance comparando-o com o disco dinâmico. Usado em servidores em produção aonde a performance e a disponibilidade seja importante
Disco Diferencial Registra apenas as alterações feitas e tem um arquivo VHD usado como base. Possibilita versionamento flexível, mas geralmente tem um VHD base configurado como dinâmico, que faz com que a performance não seja tão boa Usado em ambientes testes e de desenvolvimento, pois não consome muito espaço em disco uma vez que o disco base seja usado para várias máquinas virtuais.
Disco Pass-Through A máquina virtual tem acesso direto ao disco com acesso exclusivo possibilitando o maior nível de performance entre os tipos de VHDs. Usado em produção onde performance é a prioridade máxima, mas não suporta snapshots, fazendo que não seja tão flexível para reverter alguma configuração que foi feita.

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Os discos fíxos e Pass-Through são os mais recomendados para serem usados em ambientes em produção que precisam de alta performance, mas comparado com o Windows 2008 o disco dinâmico teve grandes melhorias de velocidade, sendo possível seu uso em ambientes de produção que não precisam de muito I/O de disco como Domain Controllers, Web Servers, DHCP Servers, dentre outros.

Hoje é normal vermos projetos e servidores de alta capacidade como Exchange Servers e SQL Servers sendo usados em produção com o Hyper-V R2. Quase todos os novos produtos que são lançados no mercado estão sendo testados e homologados em ambientes críticos usando a virtualização e os benefícios que o R2 oferecem.

Na próxima tabela fica evidente todas as melhorias desde o 2008 até a versão R2 como velocidade, tamanho de blocos e funcionalidades como o adicionamento a quente de HDs virtuais.

Recursos de Virtualizacão WS08 + RTM Hyper-V WS08 SP2 Hyper-V Windows Server 2008 R2 Hyper-V
Performance de VHD dinâmico A escrita é 3x mais lenta que o fixo. Isso ocorre por causa da limitação de cache de meta data A escrita é 3x mais lenta que o fixo. Isso ocorre por causa da limitação de cache de meta data Disco Dinamico e Fixo tem a performance com quase a mesma paridade
Diff Disk Scaling Performance 1x 1x 4x – 5x
Tamanho de IO (Virtual SCSI) 64KB 64KB 8MBytes

(melhoramento de throughput)

Tamanho de IO (Virtual IDE – Sem alteração) 64KB 64KB 64KB
Tamanho de blocos nos VHDs 512KB 512KB 2MB
Velocidade de criação de disco Fixo 1x 1x 3x – 4x
Hot add de storage Não Não Sim
SCSI Command Pass-through Não Não Sim

O tamanho de Imput/Output (IO) usados nos discos virtuais SCSI faz com que o sistema utilize e distribua melhor os dados em blocos maiores, garantindo maior performance, mesmo em grandes ambientes de armazenamento.

Vale ressaltar que o tamanho máximo para arquivos VHD são 2 Terabytes.

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Outra grande melhoria foi a velocidade de criação dos VHDs no Windows Server 2008 R2. Em alguns casos a demora do 2008 era perceptível, mas observando o próximo gráfico fica claro a diferença de velocidade, mesmo em discos grandes.

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Nos próximos dois gráficos podemos ver a diferença de performance entre os discos dinâmicos do Windows Server 2008 e o Windows Server 2008 R2 em ambientes de produção. No primeiro exemplo foi usado um processamento de workload em uma transação online.

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No segundo exemplo foi usado um Web Server onde podemos ver que a latência do disco diferencial do Windows Server 2008 é muito maior que o R2.

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É importante verificarmos todas as variáveis, recursos que cada tipo de VHD apresenta e suas diferenças entre o Windows 2008 e o Windows 2008 R2 na hora de planejarmos nossos sistemas virtuais. Fica muito mais fácil identificarmos cada necessidade dos servidores de acordo com os VHDs e suas opções. A compra do armazenamento (storages) também é muito decisivo. Não se preocupe somente com o tamanho, como geralmente é feito, mas também com a velocidade de acesso aos discos. Na maioria dos casos esse detalhe é muito mais importante que a capacidade.

Referencias: http://blogs.technet.com/b/puneetvig

VHD Performance Writepaper: http://download.microsoft.com/download/0/7/7/0778C0BB-5281-4390-92CD-EC138A18F2F9/WS08_R2_VHD_Performance_WhitePaper.docx

 

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Post retirado do blog MSVirtualization

Como instalar uma máquina virtual no VMWare ESXi pelo client vSphere 5

30 de abril de 2012 15 comentários

 

Demorou um pouco mas finalmente saiu o post de como instalar uma máquina virtual no novo ESXi 5 pelo client vSphere 5.

A instalação é bem simples e seguindo o passo a passo não tem erro.

 

1 – Acesse o servidor pelo vShere 5 e clique em Create a a new virtual Machine; (Depois você pode fechar essa aba para não aparecer mais)

 

2 – Escolha Typical para uma instalação simples;

 

3 – Agora coloque o nome da máquina;

 

4 – Escolha o local onde ele será gravado; (No meu caso só tenho um datastore mas você pode ter mários)

 

5 – Escolha entre Windows, Linux ou Other, e na lista qual o Sistema Operacional que você irá utilizar, se não tiver escolha Other.

 

6 – Agora coloque a placa de rede e marque a opção Connect at power on;

 

7 – Na hora de escolher o disco há 3 opções, eu normalmente escolho a Thick Provision Eager Zeroed, você pode entender melhor sobre eles nesse post;

 

8 – Confira se as opções que você escolheu estão corretas e marque a opção Edit the virtual machine settings before completion;

 

9 – Nessa tela você pode alterar a quantidade de memória, número de processadores, adicionar mais HDs, etc;

 

10 -Se você for instalar sua máquina virtual por CD/DVD, coloque o CD no servidor escolha em Host Device o caminho do drive e marque a opção Connect at power on; (há como fazer a instalação por meio de ISO gravado dentro do datastore ou até mesmo utilizando o drive de CD do computador que você esta utilizando como client)

 

11 – Agora a configuração do seu “hardware” esta pronta como você pode ver no painel esquerdo e no log;

 

12 – Clique na sua nova máquina e para acessar você tem duas formas, indo na aba console mas assim a tela irá ficar dentro do painel do vSphere ou clicando no botão Virtual Machine Console na barra acima;

 

13 – Abrindo a console pelo botão irá se abrir uma nova janela com a sua maquina, clique no play (botão verde) para ligar;

 

14 – Pronto agora sua máquina irá iniciar como um computador qualquer.

 

Para interagir na tela do console você precisa primeiro clicar com o mouse dentro da tela e para sair pressione Ctrl + Alt ao mesmo tempo, assim o seta do mouse não ficará mais presa dentro da console.

 

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Instalando o VMWare vCenter Server 5.0

26 de abril de 2012 42 comentários

 

Hoje estou postando mais um tutorial tela a tela bem simples de instalação do VMWare vCenter Server 5.0.

1 – Escolha a opção vCenter Server e clique em Install; (note que há alguns pré requisitos como o .NET 3.5 SP1 e o Windows Installer 4.5)

 

2 – Escolha o idioma de instalação e pressione OK;

 

3 – Na tele de Welcome apenas pressione Next para a próxima tela;

 

4 – Preencha o User Name, a Organization e a License key caso você tenha, senão pode deixar vazio que ele irá ficar como trial por 60 dias.

 

5 – Agora você precisa escolher entre instalar o Microsoft SQL Server 2008 Experss caso não tenha um BD ou usar um Banco de Dados já existente; (Como eu não tenho vou instalar o Microsoft SQL)

 

6 – Agora você pode escolher a conta que o serviço do vCenter irá utilizar, por padrão utilize a conta SYSTEM que já vem marcada, e abaixo o FQDN do servidor;

 

7 – Nessa tela você escolhe onde será instalado o vCenter Server  e o Inventory Service;

 

8 – Agora você escolhe entre criar uma nova instância standalone (use essa opção se você não tem outro servidor vCenter) ou adicionar esse servidor em um grupo de vCenter usando o linked mode para compartilhar informações;

 

9 – Nessa tela ele mostra as portas que serão utilizadas para o vCenter Server, você pode alterar se precisar; (não recomendo fazer qualquer alteração)

 

10 – Agora são as portas do Inventory Service, da mesma forma elas podem ser alteradas; (não recomendo fazer qualquer alteração)

 

11 – Escolha entre as 3 poções, pequena, média ou grande conforme o tamanho de sua empresa, isso irá influenciar na quantidade de memória utilizada;

 

12 – Nessa ultima tela de configuração você tem uma opção para habilitar caso necessário; (Essa opção aumenta o número de portas transitórias disponíveis, utilize ela se você controla mais de 2000 máquinas virtuais simultaneamente)

 

13 – Agora é só esperar a instalação, primeiro extraindo os arquivos, aguarde;

 

14 – Preparando a instalação do Microsoft SQL 2008 R2 Express, aguarde;

 

15 – Instalando o vCenter Server, aguarde;

 

16 – Instalando o Microsoft SQL 2008 R2 Express;

 

17 – Finalizando a instalação do VMWare vCenter Server;

 

18 – Pronto a instalação esta completa.

 

19 – Após a instalação utilize o vSphere Client para se conectar ao vCenter Server.

 

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Como habilitar acesso SSH no VMWare ESXi 5 via vSphere Client (acesso a console)

19 de abril de 2012 7 comentários

No ESXi 5 o acesso SSH vem desabilitado por padrão, mas nós podemos habilitar o acesso com alguns passos bem simples.

No cliente siga os seguintes passos:
1 – Vá para a aba Configuration depois em Security Profile e clique em Properties;

2 – Marque a opção SSH Server e clique em Options;

3 – Em Service Commands clique em Start para iniciar o serviço, depois marque a opção desejada e clique em ok. (se quiser o serviço sempre ativo marque a segunda opção Start and stop with host);

4 – Será apresentada uma tela de alerta do firewall informando que ele foi modificado, clique em Yes;

5 – Ele voltará para a tela anterior e você pode ver na coluna Deamon que o serviço esta rodando, clique em Ok;

6 – Agora você pode ver na figura em Firewall, Incoming Connections que o SSH Server esta na lista.

Pronto seu servidor já esta pronto para ser acessado via SSH.

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Como mesclar (merge) os snapshots manualmente no Hyper-V

18 de abril de 2012 5 comentários

 

O Snapshot é como um disco diferencial ele cria o arquivo .AVHD e deixa o HD original, o .VHD parada sem mais nenhuma alteração.

Para fazer essa operação faça um backup do seu arquivo .vhd e dos snapshots .avhd e então faça o seguinte:

1. Renomeio o arquivo .avhd para vhd;

2. No MMC do Hyper-v escolha a opção Edit Disk;

3. Clique em Next e depois localize o snapshot que será mesclado;

4. Então na próxima tela marque a opção Merge; (Mesclar)

5. Depois será perguntado onde será aplicado o Merge, clique em To the  parent virtual hard disk;

6. Depois que terminar crie uma nova máquina utilizando o VHD resultante do merge.

 

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Qual tipo de disco escolher para criar uma máquina virtual no VMware VSphere 5 (Thin Provision ou Thick Provision Lazy Zeroed, Thick Provision Eager Zeroed)

15 de fevereiro de 2012 19 comentários

Quando criamos uma nova maquina virtual ou apenas adicionamos um novo HD virtual a uma máquina na hora da criação temos 3 opções de disco:

Thick Provision Lazy Zeroed;
Thick Provision Eager Zeroed;
Thin Provision.

Primeiro vamos entender o “Zeroed”.

Zeroing – Esse processo sobrescreve todos os dados do disco criado com zeros dessa forma garante que não haja dados escritos no disco e ele pode ocorrer em dois momentos, na criação do disco ou no momento da primeiro escrita no espaçõ não alocado.

Inicialmente vamos dividir os tipos em dois, o Thick e o Thin, essa escolha interfere na economia de disco e também no desempenho.

O Thin – Cria o disco apenas com o espaço utilizado ou seja se você criar um disco de 100 GB e utilizar apenas 10 GB o disco ocupará 10 GB no seu storage e o zeroing ocorre no momento da gravação.
O Thick – Ocupa o espaço total determinado na criação do disco no database e temos dois tipos:
Thick Lazy Zeroed – É o padrão quando criamos um novo disco, ele ocupa o espaço do disco mas o zeroing ocorre apenas na hora da escrita.
Thick Eager Zeroed – Esse tipo faz o zeroing na criação do disco, ela é a mais demorada mas é a mais recomendada para discos que terão muito I/O.

Notas

1 – O Thick Provision Eager Zeroed é o disco mais rápido utilizado principalmente para banco de dados;
2- O Thick Provision Lazy Zeroed e o Thin Provision são mais lentos pois o zeroing ocorre no momento da gravação mas depois que o disco esta totalmente preenchido o zeroing não mais afetará o desempenho e os discos terão praticamente a mesma performance.

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