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Archive for the ‘Windows Server’ Category

Hyper-V Server 2012 R2 – Download Gratuito em Português.

5 de fevereiro de 2013 6 comentários

Olá Pessoal hoje venho trazer essa informação para vocês.
Esta disponível no site da Microsoft o Hyper-V Sever 2012 R2 em português e sem nenhuma limitação.
Lembrando que essa versão é tipo a “Server Core” ou seja sem a parte gráfica, dessa forma ele irá consumir poucos recursos de hardware além das atualizações do Windows que serão muito poucas.

Hyper-V Server 2012
Para gerenciar o seu servidor utilize o RSAT em outro computador.

Abaixo seguem os links para Download:

RSAT para Windows 7: http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=7887

RSAT para Windows 8 http://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=28972

Hyper-V Server 2012 R2 https://www.microsoft.com/en-us/evalcenter/evaluate-hyper-v-server-2012-r2

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Diferenças e melhorias nos discos virtuais do Hyper-V R2

9 de maio de 2012 Deixe um comentário

Esse post não foi escrito por mim, retirei na integra do blog MSVirtualization pois achei muito interessante principalmente por que se trata de virtualização.

Esse post explica muito bem a evolução dos discos VHD e a performance que podemos obter no Hyper-V R2.

A Microsoft vem usando discos virtuais (VHDs) desde 2003 em sua primeira versão de software de virtualização e até hoje continua utilizando em vários outros recursos. O VHD é um encapsulador que contém uma imagem de disco rígido que possui uma flexível maneira de armazenar dados em um simples formato de arquivo. Para ter noção dos benefícios que podem ser abstraídos dos VHDs, desde o Windows 2008 o arquivo de backup usam a extensão VHD, a partir do Windows 7 e do Windows 2008 R2 é possível iniciar um sistema operacional físico baseado em um VHD e também é possível criar e gerenciar VHDs usando o gerenciamento de discos e a linha de comando diskpart.

O Windows Server 2008 R2 trouxe interessantes novidades relacionadas à virtualização e uma delas foram as melhorias feitas na arquitetura dos discos virtuais. Antes de entrarmos em detalhes sobre elas veremos na tabela abaixo os quatro tipos de discos e as respectivas instruções de uso de cada um deles.

Tipo de VHD Recursos Instruções de uso
Disco dinâmico O arquivo começa com alguns kbs e cresce apenas quando os dados são adicionados alocando-os em blocos. O arquivo é limitado de acordo com as configurações dadas durante a criação do disco. Tem aproximadamente 10% a 15% menos performance que um disco fixo As melhorias existentes na versão R2 faz com que esta opção se torne viável para ser usada em alguns cenários de produção. A capacidade de armazenamento do host e a fragmentação podem ser um risco.
Disco fixo Cria um arquivo dedicado que não muda de acordo com o conteúdo que é adicionado. Isso garante mais performance comparando-o com o disco dinâmico. Usado em servidores em produção aonde a performance e a disponibilidade seja importante
Disco Diferencial Registra apenas as alterações feitas e tem um arquivo VHD usado como base. Possibilita versionamento flexível, mas geralmente tem um VHD base configurado como dinâmico, que faz com que a performance não seja tão boa Usado em ambientes testes e de desenvolvimento, pois não consome muito espaço em disco uma vez que o disco base seja usado para várias máquinas virtuais.
Disco Pass-Through A máquina virtual tem acesso direto ao disco com acesso exclusivo possibilitando o maior nível de performance entre os tipos de VHDs. Usado em produção onde performance é a prioridade máxima, mas não suporta snapshots, fazendo que não seja tão flexível para reverter alguma configuração que foi feita.

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Os discos fíxos e Pass-Through são os mais recomendados para serem usados em ambientes em produção que precisam de alta performance, mas comparado com o Windows 2008 o disco dinâmico teve grandes melhorias de velocidade, sendo possível seu uso em ambientes de produção que não precisam de muito I/O de disco como Domain Controllers, Web Servers, DHCP Servers, dentre outros.

Hoje é normal vermos projetos e servidores de alta capacidade como Exchange Servers e SQL Servers sendo usados em produção com o Hyper-V R2. Quase todos os novos produtos que são lançados no mercado estão sendo testados e homologados em ambientes críticos usando a virtualização e os benefícios que o R2 oferecem.

Na próxima tabela fica evidente todas as melhorias desde o 2008 até a versão R2 como velocidade, tamanho de blocos e funcionalidades como o adicionamento a quente de HDs virtuais.

Recursos de Virtualizacão WS08 + RTM Hyper-V WS08 SP2 Hyper-V Windows Server 2008 R2 Hyper-V
Performance de VHD dinâmico A escrita é 3x mais lenta que o fixo. Isso ocorre por causa da limitação de cache de meta data A escrita é 3x mais lenta que o fixo. Isso ocorre por causa da limitação de cache de meta data Disco Dinamico e Fixo tem a performance com quase a mesma paridade
Diff Disk Scaling Performance 1x 1x 4x – 5x
Tamanho de IO (Virtual SCSI) 64KB 64KB 8MBytes

(melhoramento de throughput)

Tamanho de IO (Virtual IDE – Sem alteração) 64KB 64KB 64KB
Tamanho de blocos nos VHDs 512KB 512KB 2MB
Velocidade de criação de disco Fixo 1x 1x 3x – 4x
Hot add de storage Não Não Sim
SCSI Command Pass-through Não Não Sim

O tamanho de Imput/Output (IO) usados nos discos virtuais SCSI faz com que o sistema utilize e distribua melhor os dados em blocos maiores, garantindo maior performance, mesmo em grandes ambientes de armazenamento.

Vale ressaltar que o tamanho máximo para arquivos VHD são 2 Terabytes.

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Outra grande melhoria foi a velocidade de criação dos VHDs no Windows Server 2008 R2. Em alguns casos a demora do 2008 era perceptível, mas observando o próximo gráfico fica claro a diferença de velocidade, mesmo em discos grandes.

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Nos próximos dois gráficos podemos ver a diferença de performance entre os discos dinâmicos do Windows Server 2008 e o Windows Server 2008 R2 em ambientes de produção. No primeiro exemplo foi usado um processamento de workload em uma transação online.

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No segundo exemplo foi usado um Web Server onde podemos ver que a latência do disco diferencial do Windows Server 2008 é muito maior que o R2.

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É importante verificarmos todas as variáveis, recursos que cada tipo de VHD apresenta e suas diferenças entre o Windows 2008 e o Windows 2008 R2 na hora de planejarmos nossos sistemas virtuais. Fica muito mais fácil identificarmos cada necessidade dos servidores de acordo com os VHDs e suas opções. A compra do armazenamento (storages) também é muito decisivo. Não se preocupe somente com o tamanho, como geralmente é feito, mas também com a velocidade de acesso aos discos. Na maioria dos casos esse detalhe é muito mais importante que a capacidade.

Referencias: http://blogs.technet.com/b/puneetvig

VHD Performance Writepaper: http://download.microsoft.com/download/0/7/7/0778C0BB-5281-4390-92CD-EC138A18F2F9/WS08_R2_VHD_Performance_WhitePaper.docx

 

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Post retirado do blog MSVirtualization

Como mesclar (merge) os snapshots manualmente no Hyper-V

18 de abril de 2012 5 comentários

 

O Snapshot é como um disco diferencial ele cria o arquivo .AVHD e deixa o HD original, o .VHD parada sem mais nenhuma alteração.

Para fazer essa operação faça um backup do seu arquivo .vhd e dos snapshots .avhd e então faça o seguinte:

1. Renomeio o arquivo .avhd para vhd;

2. No MMC do Hyper-v escolha a opção Edit Disk;

3. Clique em Next e depois localize o snapshot que será mesclado;

4. Então na próxima tela marque a opção Merge; (Mesclar)

5. Depois será perguntado onde será aplicado o Merge, clique em To the  parent virtual hard disk;

6. Depois que terminar crie uma nova máquina utilizando o VHD resultante do merge.

 

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A tentativa de logon falhou – Remote Desktop

6 de março de 2012 2 comentários

 

Há várias causas para esse problema de logon no Windows via conexão remota (mstsc).

Vou postar aqui um caso específico.

Mas existem vários outros devido a problemas de certificado, autenticação kerberos e utilizando TS Gateway.

Nesse caso foi feita uma nova instalação do Windows Server 2008 R2 e ele foi adicionado a um domínio que tinha acabado de criar em outra instalação nova, então ele é um servidor Membro.

O acesso via remote desktop no controlador de domínio é normal, agora no servidor membro ele não acessa e da o erro “A tentativa de logon falhou” (the logon attempt failed), isso fazendo o acesso por um cliente Windows 7 e provavelmente pelo Vista também deve ocorrer e isso não ocorre com o windows XP.

Isso tentando se logar com um usuário do domínio pois se a conexão for feita com um usuário local ele é aceito.

Para resolver esse problema é simples:

1 – No servidor com problema execute tsconfig.msc;

2 – De um duplo clique em RDP-Tcp na caixa Conexões;

3 – Na aba Geral vá em Camada de Segurança e altere para Camada de Segurança RDP e de Aplicar.

 

Pronto com essa configuração você irá conseguir se conectar ao servidor com um usuário de domínio.


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Como testar se uma conta de email é válida/existe sem enviar um email

14 de fevereiro de 2012 40 comentários

 

Hoje tive essa mesma dúvida e há uma maneira muito fácil de fazer isso.

Esse teste é muito útil principalmente quando aquele usuário envia um email com o endereço errado e reclama que o email voltou.
E se você fala que o email esta errado ele ainda reclama, dessa forma há como provar que o endereço não existe realmente.

Você só irá precisar da ferramenta Telnet que já vem com o Windows, no caso do Windows XP e 2003 ela já vem instalada e pronta para usar, caso esteja utilizando, Windows Vista, 7 ou 2008 você precisa habilitar ela, e para isso vá ao painel de controle e na opção “Ativar ou deesativar recursos do Windows” e ative o Telnet.

Nesse exemplo vou utilizar o domínio terra.com.br

Vamos fazer o teste com uma conta de email que não existe. (pelo menos não até hoje 14/02/12) “essa.conta.de.email.nao.existe@terra.com.br”

Para facilitar o que estiver de azul é comando e deverá ser escrito da forma que é mostrado e o que esta em vermelho você pode ou deve alterar conforme sua necessidade.

Primeiro:
Precisamos saber qual é o servidor de email, e para isso vá ao prompt de comando e digite:

nslookup -type=mx terra.com.br

Resposta:
Non-authoritative answer:
terra.com.br    MX preference = 10, mail exchanger = vip-us-br-mx.terra.com
vip-us-br-mx.terra.com  internet address = 208.84.244.133

Então já sabemos que o nome do servidor MX é vip-us-br-mx.terra.com

 
Segundo:

Obs: Quando se conectar ao servidor MX você não pode errar e depois corrigir, tudo tem que ser escrito corretamente pois ele não aceita correções, não adianta usar o “Backspace” que o comando irá retornar com erro.

 
Se conecte ao servidor MX pela porta 25 digitando o comando:

telnet vip-us-br-mx.terra.com 25
Resposta:
220 1ne.tpn.terra.com ESMTP
Comando:
helo terra.com.br (digute um domínio válido)
Resposta:
250 1ne.tpn.terra.com
Comando:
mail from:<seu-email@seu-dominio.com> “Utilize um email válido pois o servidor verifica”
Resposta:
250 2.1.0 Ok
Comando:
rcpt to:<essa.conta.de.email.nao.existe@terra.com.br>
Resposta:
550 User unknown
Comando:
quit
Resposta:
221 2.0.0 Bye

 

Notas:

1 – A resposta 550 indica que o endereço de email não existe.
2 – Caso o email seja válido irá apresentar uma resposta 250 com OK
3 – Há alguns servidores com uma configuração de CATCH ALL que recebe todos os email enviado para o seu domínio, ou seja você nuca terá uma resposta de usuário inexistente.(Isso é raro mas alguns servidores tem essa configuração)
4 – Não utilize esse teste repedidas vezes para o mesmo domínio em um curto espaço de tempo, principalmente os gratuitos como gmail, yahoo, hotmail pois eles podem colocar o seu IP em uma Lista Negra (Blacklist).

 

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Exportando as informações do Active Directory com o CSVDE

14 de fevereiro de 2012 10 comentários

Dependendo do quanto você utiliza o Active Directory ele pode conter algumas informações muito valiosas sobre sua empresa e seus funcionários. Não só o diretório e as credenciais básicas de cada um de seus usuários, mas se totalmente preenchida, ele irá armazenar informações dos usuários de contato, incluindo endereços de email e números de telefone, o seu departamento e até mesmo o local do escritório. Esta informação pode ser muito útil a partir de um ponto de vista administrativo. Muitas vezes, os projetos irão precisar de uma lista de todos os usuários dentro de um grupo ou departamento específico, compilar essas informações manualmente pode ser um processo demorado, e que pode rapidamente se tornar obsoleto. Não seria ótimo se pudéssemos extrair as informações armazenadas no Active Directory para uso em planilhas e listas de verificação? Na verdade podemos e não é complicado.

CSVDE, o que é?

CSVDE significa Comma Separated Value Data Exchange. CSVDE é uma ferramenta de linha de comando pequena que está inclusa no Windows 2003 e superiores, geralmente encontrado no diretório %windir%/system32. O aplicativo também pode ser instalado em um estações de trabalho do Windows XP como parte do Active Directory Application Mode (ADAM).

O valor separado por vírgula formato de arquivo (CSV) é relativamente simples. Normalmente apresentados em formato de texto simples, o arquivo CSV contém dados que foram separados em colunas com uma vírgula padrão “,” separando cada um. Cada linha de dados é apresentado em uma nova linha. O CSV é um formato muitas vezes utilizado para extrair dados brutos como a maioria dos aplicativos desenvolvidos para importar e manipular dados (como Microsoft Excel ou OpenOffice Calc) irá aceitá-lo sem modificação e ordenadamente organizar em linhas e colunas.

O CSVDE tem duas funções principais: importação de dados de um arquivo CSV formatado para o Active Directory e exportar dados do Active Directory em um arquivo CSV formatado. Embora eu tenha visto muitas pessoas discutindo funções CSVDE de importação, eu não aconselho isto a menos que você seja 100% familiarizado.

Exportando dados do diretório

Como estamos utilizando apenas as funções CSVDE de exportação, não há nenhuma chance de danificar o diretório ou acidentalmente corromper seus dados.

Exportação básico

A exportação de base vai exportar todos os registros do Active Directory em um arquivo CSV, sem qualquer filtragem de resultados. Por padrão o CSVDE irá se conectar ao AD usando as credenciais do usuário conectado no momento, para especificar credenciais diferentes utilize a opção -a (-a UserDN [senha | *]).

Para exportar todos os dados do Active Directory em um arquivo chamado AD.csv:

csvde -f AD.csv

Após a exportação concluída uma mensagem irá lhe informar quantas entradas foram exportadas. Essas ‘entradas’ traduzem-se em linhas de dados, e provavelmente você vai notar que há mais entradas do que usuários. Isto porque, sem qualquer filtragem o CSVDE simplesmente exporta todo o conteúdo de seu AD em um arquivo CSV, que inclui grupos, contas do sistema, e outros valores ocultos que podem ou não ser úteis para você. Se você abrir o arquivo AD.csv com o notepad, você será capaz de dar uma rápida olhada nos dados e tudo ficará claro.

Filtrando resultados

Há três formas de filtrar as informações do CSVDE. A primeira maneira de excluir resultados indesejáveis é filtrar para baixo a uma parte específica do diretório usando a opção -d. Usando isso, podemos concentrar a exportação de uma UO específica dentro da estrutura de diretórios:

csvde -d “OU=Usuários,DC=contoso,dc=local” -f AD.csv

Se você organizar seus usuários em uma OU específica, então isso pode reduzir rapidamente o número de registros indesejados exportados para o arquivo CSV.

Para reduzir ainda mais o número de registros indesejados exportados, podemos usar a opção -r. A opção -r é usada para filtrar linhas de dados com base nas propriedades específicas desse registro. Neste exemplo eu quero encontrar usuários e computadores apenas:

csvde -f AD.scv -r objectClass=user

Ou para usar vários filtros:

csvde-f AD.csv -r “(&(objectClass=user)(objectCategory=person)”

Isso irá retornar os usuários sem computadores.

Se você não tem certeza sobre os nomes e / ou valores de campos de propriedades específicas, eu recomendo usar adsiedit.msc para procurar o diretório.

Como seria de esperar, ambos os filtros podem ser combinados. Vamos dizer que eu quero exportar um as informações de usuários dentro da OU chamada  Diretores:

csvde -d “OU=Diretores,DC=contoso,DC=local” -f AD.csv-r “(&(objectClass=user)(objectCategory=person)”

Agora você já deve ter percebido que, mesmo se você filtrar apenas às linhas de dados que você quer especificamente, nós ainda acabamos com um monte de informações indesejadas. Vamos dar uma olhada em como podemos resolver isso.

Da mesma maneira que a opção -r filtra linhas de informações indesejadas, pode-se utilizar a opção -l para filtrar colunas de dados indesejados. Digamos que eu quero os mesmos resultados retornados como na consulta anterior, mas eu só quero os dados nome, sobrenome e endereço de e-mail padrão do usuário para ser exportado:

csvde -d “OU=Diretores,DC=contoso,dc=local” -f AD.csv-r “(&(objectClass=user)(objectCategory=Person)” -l “givenName, sn, mail”

Se você não tem certeza do nome da propriedade específica da informação desejada, de uma olhada na estrutura de diretório com o adsiedit.msc, e tenha cuidado para não alterar nada acidentalmente.

Conclusão

CSVDE é uma daquelas pequenas aplicações quem vem no windows e que você nem sabe que existe até que você precise usá-la. Uma vez que você se familiarizar com ela, você vai descobrir que é uma maneira muito rápida e fácil de extrair informações sobre usuários específicos ou grupos de usuários para serem usados com outros aplicativos ou bancos de dados. Descobri o CSVDE quando precisei criar os mesmos usuários de um Windows SBS em um outro domínio pois não podia integrar o AD devido as restrições do Windows.

Se você tem outro uso para essa ferramenta compartilhe conosco deixando um comentário.

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Como criar usuário via linha de comando

13 de fevereiro de 2012 4 comentários

 

Essa dica é bem interessante quando precisamos criar vários usuário no AD de uma vez ou mesmo para usar como uma rotina pois podemos usar ela como uma bat.

O Comando é basicamente esse:

Dsadd user “CN=Fulano da Silva,OU=Users,OU=Administrativo,DC=Contoso,DC=local” –SamID fulano.silva –UserDN fulano.silva@contoso.local –FN Fulano –MI JS –LN Silva –Display “Fulano da Silva” –pwd 123@mudar –desc Setor Administrativo –email fsilva@contoso.com.br

Essa linha de comando esta com muita informação, você não precisa inserir todos esses dados se não quiser, mas para ter um cadastro do usuário mais completo sugiro usar a linha de comando dessa forma caso contrário você terá que ir pelo AD usuário por usuário para completar as informações.

O que esta em vermelho são as informações que você irá alterar.

Note que depois da vírgula “,” não há espaço.

 

Abra um bloco de notas e escreva a linha de comando acima alterando as informações do seu funcionário e salve como usuarios.bat

“CN=Fulano da Silva,OU=Users,OU=Administrativo,DC=Contoso,DC=local”

Utilize as “aspas” sempre que houver espaços entre os nomes. E quando houver uma OU (Unidade Organizacional) dentro da outra escreva todas da mais baixa para a mais alta, ou seja de dentro para fora.

 

Abaixo segue um descritivo das opções:

-SamID

O Sam ID consiste no nome pré windows 2000, é o nome do perfil que será criar no desktop do usuário;

-UserDN

O User Distinguished Name é usados para dominios baseados em AD;

-FN

First Name, como já informa é o primeiro nome de usuário;

-MI

São as iniciais do nome de usuário;

-LN

Last Name, o último nome do usuário;

-Display

Neste comando é utilizado para o nome que será mostrado no menu iniciar e no email caso tenha o Exchange;

-pdw

O password do usuário;

-Desc

Descritivo referente ao usuário;

-email

O e-mail do usuário.

 

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