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Archive for the ‘Dicas’ Category

Como instalar o Windows 8 em um pen drive ou HD externo (Windows 8 To Go)

4 de junho de 2012 127 comentários

O Windows 8 traz um novo recurso chamado de Windows To Go. Ele permite a instalação do Windows 8 em qualquer dispositivo externo como um pen drive por exemplo.
O maior foco desse recurso são os usuários corporativos que podem levar todo o sistema consigo e suas configurações podendo executar em qualquer computador tendo sempre a mão seus documentos e aplicativos.

*Com a versão gratuita do Windows 8 de avaliação que estava disponível no site da Microsoft essa funcionalidade era possível, pois era a versão Enterprise, com as outras versões do Windows 8 e Windows 8 Pro isso não funciona.

Para fazer a instalação siga os seguintes passos:

1 – Requisitos:

  • Um pen drive de no mínimo 16 GB para a versão 32-bits e 32 para a versão 64-bists;
  • Windows 7 Automated Installation Kit; (Download)
  • UM aplicativo que abra a ISO como o Winrar ou Daemon Tools.

2 – Crie uma pasta em um local de fácil acesso; (Ela será usada a seguir)

3 – Abra a imagem ISO, e vá para o diretório sources e copie o arquivo install.wim para a pasta que você acabou de criar;

4 – Em um computador com Windows XP, Vista ou 7 instalado, instale o programa Windows 7 Automated Installation Kit escolhendo a opção Windows AIK Setup, deixe todas as opções padrões até o fim da instalação;

5 – Acesse o diretório onde o programa foi instalado (por padrão ele fica em Arquivos de programa/Windows AIK), abra a pasta Tools e depois a x86 caso seu computador seja 32-bits ou amd64 se o seu computador for 64-bits, e copie o arquivo imagex.exe para a pasta que criamos inicialmente;

6 – Abra o prompt de comando com privilégios administrativos;

7 – Com o pen drive ou HD externo conectado no computador execute o comando diskpart, depois list disk para mostrar os discos, procure na lista o seu dispositivo externo e veja o seu número e digite select disk #, sendo que # é o número do seu dispositivo externo;

8 – Ainda no prompt digite clean, depois create partition primary e então format fs=ntfs quick e por fim active;

9 – Digite exit para sair do diskpart mas mantenha a janela aberta;

10 – Pelo prompt acesse a pasta que você criou inicialmente e execute imagex.exe /apply install.wim 1 X:\ onde X é a letra da sua unidade externa, aguarde até o termino da instalação;

11 – Agora execute o comando bcdboot.exe X:\windows /s X:, lembrando que X utilizado aqui representa a letra do seu dispositivo externo.

Pronto agora você já tem um  pen drive ou HD externo com Windows 8, basta configurar o computador para dar boot por um dispositivo USB.

Eu fiz a instalação em um pen drive de 16 GB com USB 2.0 e é nítida a lentidão principalmente no primeiro acesso ao windows onde ele instala os drivers da sua máquina e faz o Wizard de configuração inicial, mas depois utilizando o Windows 8 dá para se notar uma certa lentidão mas ele fica “utilizável“.

O ideal é utilizar um pen drive ou HD externo que utilize a tecnologia de USB 3.0.

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Liberado o Windows 8 Release Preview

2 de junho de 2012 2 comentários

 

A Microsoft liberou no último dia 31 a versão Release Preview do Windows 8, a terceira verão beta, que povavelmente será a ultima antes do lançamento da versão oficial.

Essa nova versão vem bem mais estável que a Consumer Preview  que contem falhas em algums aplicativos como o Calendar e o Messaging e também há uma variedade maior de idiomas, entre elas o português.

Requisitos do Sistema:

O Windows 8 Release Preview funciona bem em um hardware que roda o Windows 7.

  • Processador: mínimo 1 GHz
  • RAM: 1 GB (32-bit) ou 2 GB (64-bit)
  • HD: 16 GB (32-bit) ou 20 GB (64-bit)
  • Resolução: 1366 x 768

 

Para baixar acesse o site oficial para download do Windows 8 Release Preview clicando aqui.

Se preferir baixe diretamente a versão 32-Bits ou 64-Bits em português.

Chave de ativação: PTV4J-NCCBG-QQQYF-2R8RD-T6H8R

 

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Como abrir o prompt de comando de qualquer pasta

1 de junho de 2012 7 comentários

Essa dica é bem simple mas muito útil e facilita muito quando você precisa executar algum aplicativo por linha de comando que esta dentro de alguma pasta.

Basta segurar o Shift e clicar com o botão direito do mouse em um espaço em “branco” dentro de uma pasta que o prompt irá abrir com o caminho da pasta.

 

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Como alterar o IP por linha de comando no Windows

1 de junho de 2012 2 comentários

 

Essa dica vai para aqueles que gostam de fazer tudo por linha de comando ou para quando temos uma necessidade como alterar o IP da máquina por telnet.

Para utilizar esses comandos você precisa executar o prompt como administrador ou seja ele precisa estar elevado.

Digite:

netsh interface ip set address name=”Conexão Local” static 192.168.0.19 255.255.255.0 192.168.0.1 1

Para o DNS primário digite:

netsh interface ip set dns name=”Conexão Local” static 192.168.0.210

Para o DNS secundário digite:

netsh interface ip add dns name=”Conexão Local208.67.220.220 index=2

Ao término da configuração digite:

ipconfig /all

Conexão Local” é o nome do adaptador que você quer modificar. Esse é o nome padrão da placa de rede, mas você pode ter mais de uma e pode e caso queira trocar o endereço de outro  adaptador você deve substituir o “Conexão Local” pelo nome da sua placa de rede.

192.168.0.19 é o IP que você quer colocar na placa;

255.255.255.0 é a mascara;

192.168.0.1 é o gateway;

1 é a métrica do gateway. Na maioria dos casos você pode deixar 1.

Ao adicionar o DNS o computador faz uma checagem para verificar se o DNS esta correto.

 

Se você quiser habilitar o DHCP digite o seguinte comando:

netsh interface ip set address name=”Conexão Local” dhcp

Para configurar um DNS por DHCP digite:

netsh interface ip set dnsservers name=”Conexão Local” source=dhcp

Ao término da configuração digite:

ipconfig /all

Assim você pode conferir se a configuração esta correta.

 

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Como remover a linha do tempo do Facebook

16 de maio de 2012 Deixe um comentário

Olá pessoal essa dica vai para aquelas pessoas que utilizam o facebook e mudaram para a Linha do tempo (time line) e se arrependeram.

Lembrando que essa dica não altera realmente o facebook ele apenas muda o modo como você vai ver, ou seja para os seus amigos ele continuará como linha do tempo.

Não existe até hoje uma forma que realmente volte o facebook para o modo antigo portanto se vocês virem em algum lugar algo assim desconfiem.

 

Vamos lá:

1 – Acesse o site TimeLineRemone e clique em CLICK HERE: (Nessa opção ele já sabe qual é o seu navegador e vai lhe dar o plugin correto)

2- Depois o seu navegador irá pedir uma confirmação para permitir a instalação clique em Permitir, Open, Ok ou Abrir dependendo do seu navegador;

3 – Após o termino da instalação feche o navegador e abra novamente;

Pronto  agora você já pode acessar o se facebook pelo seu computador e ver ele da forma antiga.

 

Dica: Você também pode baixar o plugin manualmente no final da página escolhendo o navegador pelos ícones diponíveis entre eles o Firefox, Internet Explorer, Safari e Chrome.

 

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Diferenças e melhorias nos discos virtuais do Hyper-V R2

9 de maio de 2012 Deixe um comentário

Esse post não foi escrito por mim, retirei na integra do blog MSVirtualization pois achei muito interessante principalmente por que se trata de virtualização.

Esse post explica muito bem a evolução dos discos VHD e a performance que podemos obter no Hyper-V R2.

A Microsoft vem usando discos virtuais (VHDs) desde 2003 em sua primeira versão de software de virtualização e até hoje continua utilizando em vários outros recursos. O VHD é um encapsulador que contém uma imagem de disco rígido que possui uma flexível maneira de armazenar dados em um simples formato de arquivo. Para ter noção dos benefícios que podem ser abstraídos dos VHDs, desde o Windows 2008 o arquivo de backup usam a extensão VHD, a partir do Windows 7 e do Windows 2008 R2 é possível iniciar um sistema operacional físico baseado em um VHD e também é possível criar e gerenciar VHDs usando o gerenciamento de discos e a linha de comando diskpart.

O Windows Server 2008 R2 trouxe interessantes novidades relacionadas à virtualização e uma delas foram as melhorias feitas na arquitetura dos discos virtuais. Antes de entrarmos em detalhes sobre elas veremos na tabela abaixo os quatro tipos de discos e as respectivas instruções de uso de cada um deles.

Tipo de VHD Recursos Instruções de uso
Disco dinâmico O arquivo começa com alguns kbs e cresce apenas quando os dados são adicionados alocando-os em blocos. O arquivo é limitado de acordo com as configurações dadas durante a criação do disco. Tem aproximadamente 10% a 15% menos performance que um disco fixo As melhorias existentes na versão R2 faz com que esta opção se torne viável para ser usada em alguns cenários de produção. A capacidade de armazenamento do host e a fragmentação podem ser um risco.
Disco fixo Cria um arquivo dedicado que não muda de acordo com o conteúdo que é adicionado. Isso garante mais performance comparando-o com o disco dinâmico. Usado em servidores em produção aonde a performance e a disponibilidade seja importante
Disco Diferencial Registra apenas as alterações feitas e tem um arquivo VHD usado como base. Possibilita versionamento flexível, mas geralmente tem um VHD base configurado como dinâmico, que faz com que a performance não seja tão boa Usado em ambientes testes e de desenvolvimento, pois não consome muito espaço em disco uma vez que o disco base seja usado para várias máquinas virtuais.
Disco Pass-Through A máquina virtual tem acesso direto ao disco com acesso exclusivo possibilitando o maior nível de performance entre os tipos de VHDs. Usado em produção onde performance é a prioridade máxima, mas não suporta snapshots, fazendo que não seja tão flexível para reverter alguma configuração que foi feita.

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Os discos fíxos e Pass-Through são os mais recomendados para serem usados em ambientes em produção que precisam de alta performance, mas comparado com o Windows 2008 o disco dinâmico teve grandes melhorias de velocidade, sendo possível seu uso em ambientes de produção que não precisam de muito I/O de disco como Domain Controllers, Web Servers, DHCP Servers, dentre outros.

Hoje é normal vermos projetos e servidores de alta capacidade como Exchange Servers e SQL Servers sendo usados em produção com o Hyper-V R2. Quase todos os novos produtos que são lançados no mercado estão sendo testados e homologados em ambientes críticos usando a virtualização e os benefícios que o R2 oferecem.

Na próxima tabela fica evidente todas as melhorias desde o 2008 até a versão R2 como velocidade, tamanho de blocos e funcionalidades como o adicionamento a quente de HDs virtuais.

Recursos de Virtualizacão WS08 + RTM Hyper-V WS08 SP2 Hyper-V Windows Server 2008 R2 Hyper-V
Performance de VHD dinâmico A escrita é 3x mais lenta que o fixo. Isso ocorre por causa da limitação de cache de meta data A escrita é 3x mais lenta que o fixo. Isso ocorre por causa da limitação de cache de meta data Disco Dinamico e Fixo tem a performance com quase a mesma paridade
Diff Disk Scaling Performance 1x 1x 4x – 5x
Tamanho de IO (Virtual SCSI) 64KB 64KB 8MBytes

(melhoramento de throughput)

Tamanho de IO (Virtual IDE – Sem alteração) 64KB 64KB 64KB
Tamanho de blocos nos VHDs 512KB 512KB 2MB
Velocidade de criação de disco Fixo 1x 1x 3x – 4x
Hot add de storage Não Não Sim
SCSI Command Pass-through Não Não Sim

O tamanho de Imput/Output (IO) usados nos discos virtuais SCSI faz com que o sistema utilize e distribua melhor os dados em blocos maiores, garantindo maior performance, mesmo em grandes ambientes de armazenamento.

Vale ressaltar que o tamanho máximo para arquivos VHD são 2 Terabytes.

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Outra grande melhoria foi a velocidade de criação dos VHDs no Windows Server 2008 R2. Em alguns casos a demora do 2008 era perceptível, mas observando o próximo gráfico fica claro a diferença de velocidade, mesmo em discos grandes.

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Nos próximos dois gráficos podemos ver a diferença de performance entre os discos dinâmicos do Windows Server 2008 e o Windows Server 2008 R2 em ambientes de produção. No primeiro exemplo foi usado um processamento de workload em uma transação online.

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No segundo exemplo foi usado um Web Server onde podemos ver que a latência do disco diferencial do Windows Server 2008 é muito maior que o R2.

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É importante verificarmos todas as variáveis, recursos que cada tipo de VHD apresenta e suas diferenças entre o Windows 2008 e o Windows 2008 R2 na hora de planejarmos nossos sistemas virtuais. Fica muito mais fácil identificarmos cada necessidade dos servidores de acordo com os VHDs e suas opções. A compra do armazenamento (storages) também é muito decisivo. Não se preocupe somente com o tamanho, como geralmente é feito, mas também com a velocidade de acesso aos discos. Na maioria dos casos esse detalhe é muito mais importante que a capacidade.

Referencias: http://blogs.technet.com/b/puneetvig

VHD Performance Writepaper: http://download.microsoft.com/download/0/7/7/0778C0BB-5281-4390-92CD-EC138A18F2F9/WS08_R2_VHD_Performance_WhitePaper.docx

 

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Post retirado do blog MSVirtualization

Lixo Eletrônico, o que é e onde jogar.

3 de maio de 2012 Deixe um comentário

 

Sábado passado meu pai viu na TV uma reportagem sobre uma campanha de descarte de lixo eletrônico onde informaram alguns locais de coleta entre eles o parque do Ibirapuera portão 3, entrada pela Avenida Pedro Álvares Cabral.
Quando juntamos tudo o havia para jogar vi o tamanho do problema do “e-lixo”, O Carro foi com o banco traseiro abaixado e mesmo assim ficou lotado, quando chegamos lá haviam duas caçambas verdes e vazias pois o caminhão havia acabado de levar o e-lixo, descarregamos tudo e enchemos uma caçamba inteira.

Vendo esse fato notei que muitas pessoas sabem que não se deve jogar esse tipo de lixo com o comum mas o problema é onde jogar, as pessoas acabam jogando em qualquer lugar pois não é todo mundo que tem um lugar pra deixar “estocado” o e-lixo para depois levar em algum lugar e descartá-lo e muitas vezes porque isso ainda deve ser feito de carro pois muitas veze o local de descarte é longe e ninguem vai sair com um monitor antigo (CRT) e um ventilador queimado na mão e ainda pegar um ônibus para simplesmente jogar o lixo, ou seja de ônibus ou de carro nós temos que “pagar” para jogar o e-lixo corretamente.
Creio que os maiores problemas para o correto descarte do lixo eletrônico, são que as pessoas precisam “pagar” para jogar e a falta de locais de coleta, ou até mesmo uma coleta seletiva como já temos para recicláveis pelo menos em São Paulo Capital, um caminhão poderia passar em um determinado dia uma vez por mês para recolher esse tipo de lixo.

O que é o Lixo eletrônico?

Podemos definir como lixo eletrônico ou e-lixo tudo o que é proveniente de equipamentos eletro-eletrônicos, incluindo celulares, computadores, impressoras etc.

Milhares de aparelhos são descartados diariamente, e com a rapidez da tecnologia, cada vez mais o consumidor quer substituir seus aparelhos por outros mais modernos, mesmo que os “antigos” ainda estejam funcionando.

O lixo eletrônico causa um grave problema para o meio ambiente, pois consome uma enorme quantidade de recursos naturais em sua produção. Um único laptop, por exemplo, exige 50 mil litros d’água em seu processo de fabricação. Além disso, se considerarmos que a vida útil desses equipamentos é muito curta – a de um computador gira em torno de três anos, e a de um celular, cerca de dois anos – podemos ter dimensão da quantidade de lixo que o descarte de eletrônicos significa.

A parte mais grave é o conteúdo do e-lixo, que inclui metais pesados como chumbo, cádmio e mercúrio, além de outros elementos tóxicos. Por este motivo, esses resíduos precisam de tratamento adequado para não causar danos à saúde e ao meio ambiente.

Onde jogar o lixo eletrônico?

Uma opção é o Parque do Ibirapuera portão 3 onde eu descartei o meu lixo, esse é um ponto fixo então sempre podemos ir lá pelo menos quem é de São Paulo.
Fazendo uma pesquisa na internet encontrei mais alguns sites que podem ajudar a encontrar um local próximo para o correto descarte do lixo eletrônico.

Esse primeiro site utiliza o mapa da google, você coloca o seu endereço e ele mostra alguns locais próximos que recolhem o e-lixo.
E-Lixo maps

Esse segundo é bem interessante, é de um projeto de reciclagem de eletrônicos desenvolvido pelo Instituto GEA em parceria com a LASSU, o projeto visa aumentar a renda dos catadores de materias recicláveis dando treinamento para eles.
No site você pode ler mais sobre esse ótimo projeto.
Instituto GEA

Ajudem a divulgar essa informação pois o descarte do e-lixo ainda é um grande problema no Brasil.
E se alguem tiver mais informações por favor me enviem para que eu possa acrescentar nesse post e assim poder alcançar mais pessoas.

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O texto “O que é o Lixo eletrônico?” foi retirado do site Instituto GEA

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