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Archive for maio \16\UTC 2012

Como remover a linha do tempo do Facebook

16 de maio de 2012 Deixe um comentário

Olá pessoal essa dica vai para aquelas pessoas que utilizam o facebook e mudaram para a Linha do tempo (time line) e se arrependeram.

Lembrando que essa dica não altera realmente o facebook ele apenas muda o modo como você vai ver, ou seja para os seus amigos ele continuará como linha do tempo.

Não existe até hoje uma forma que realmente volte o facebook para o modo antigo portanto se vocês virem em algum lugar algo assim desconfiem.

 

Vamos lá:

1 – Acesse o site TimeLineRemone e clique em CLICK HERE: (Nessa opção ele já sabe qual é o seu navegador e vai lhe dar o plugin correto)

2- Depois o seu navegador irá pedir uma confirmação para permitir a instalação clique em Permitir, Open, Ok ou Abrir dependendo do seu navegador;

3 – Após o termino da instalação feche o navegador e abra novamente;

Pronto  agora você já pode acessar o se facebook pelo seu computador e ver ele da forma antiga.

 

Dica: Você também pode baixar o plugin manualmente no final da página escolhendo o navegador pelos ícones diponíveis entre eles o Firefox, Internet Explorer, Safari e Chrome.

 

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Windows XP Terminal Server

15 de maio de 2012 16 comentários

O Windows XP por padrão impossibilita de mais de um usuário o utilize simultaneamente seja utilizando fisicamente o computador como por RDP (Conexão Remota por serviço de terminal), com o uso do Windows XP Unlimited Terminal Server ele libera a utilização do serviço de Área de Trabalho Remota para que mais de um usuário possa utilizá-lo ao mesmo tempo.
Essa forma de utilização não é homologado pela microsoft, e não há um licenciamento para esse fim portanto não é “legal” à utilizem para fins de estudos e testes em sua casa.

1 – Primeiro baixe esse arquivo, descompacte e coloque a pasta no C:;

2 – Abra o executar clicando em Iniciar e depois Executar e digite services.msc;

3 – Procure o Serviço de Terminal;

4 – De um duplo clique e altere o tipo de Inicialização para Desativado e de ok;

5 – Clique com o botão direito em Meu Computador e clique em Propriedades;

6 – Vá para a aba Remoto e desmarque as duas opções de Assistência remota e Área de trabalho remota e clique em ok;

7 – Reinicie o computador e quando iniciar o post (informações do computador quando ele é ligado (bios)) fique pressionando F8 até aparecer uma tela com algumas opções, escolha Modo Seguro e pressione Enter;

8 -Escolha o sistema operacional e pressione Enter;

9 – Na tela de login do windows entre com um usuário e senha com direitos de administrador;

10 – De um Ok na tela de aviso do modo de segurança;

11 – Abra a pasta WinXPP-UTS e copie o arquivo termsrv.dll para a pasta C:\Windows\system32, (já existe um arquivo com o mesmo nome nessa pasta, o ideal é você alterar esse arquivo para termsrv.old, dessa forma você terá um backup do arquivo)

12 – Reinicie o computador normalmente;

13 – Agora vamos ativar os serviços que paramos, abra o executar e digite services.msc, procure o Serviço de terminal e altere o Tipo de inicialização para Automático e clique em Aplicar, depois em Iniciar e depois Ok;

14 – Abra as propriedades do Meu Computador (botão direito do mouse em Meu computador depois propriedades ou segure a tecla Windows e pressione Pause), vá para a aba Remoto e marque a opção Permitir que usuários se conectem remotamente a este computador em Área de trabalho remota, clique em Aplicar e depois Ok;

15 – Novamente abra o Executar e digite regedit;

16 – vá para HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Run, clique com o botão direito no mouse no painel direto em uma área vazia e selecione a opção Valor da sequência;

17 – Coloque o nome WinXPP-UTS e pressione Enter;

18 – De um duplo clique no WinXPP-UTS e em Dados do valor adicione o local do arquivo C:\WinXPP-UTS\ts_multiple_sessions.bat

19 – Se o usuário for um administrador do computador ele conseguirá acessar normalmente caso contrário você terá que adicionar o usuário no grupo Usuários da área de trabalho remota, para isso Abra o Gerenciador do computador, clique com o botão direito do mouse em Meu computador e escolha Gerenciar;

20 – Expanda Usuários e grupos locais e clique em Grupos, no painel da direita você verá um grupo chamado Usuários da área de trabalho remota, de um duplo clique para abrir as propriedades;

21 – Clique no botão Adicionar;

22 – Se o computador não esta no domínio clique em Avançado e depois Localizar agora, se estiver no domínio digite o nome ou o inicio do usuário que você quer adicionar e clique em Verificar;

23 – Será mostrados o resultado da pesquisa, escolha os nomes e clique em Ok;

24 – Pressione Ok novamente para adicionar os usuários;

25 – Agora você pode ver os usuários que foram adicionados;

Pronto terminamos a configuração e como você pode ver na figura abaixo há mais de um usuário conectado na máquina com Windows XP.

Com isso você pode se conectar ao Windows XP remotamente com quantos usuários quiser.

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Fonte: Procedimentos em TI

Diferenças e melhorias nos discos virtuais do Hyper-V R2

9 de maio de 2012 Deixe um comentário

Esse post não foi escrito por mim, retirei na integra do blog MSVirtualization pois achei muito interessante principalmente por que se trata de virtualização.

Esse post explica muito bem a evolução dos discos VHD e a performance que podemos obter no Hyper-V R2.

A Microsoft vem usando discos virtuais (VHDs) desde 2003 em sua primeira versão de software de virtualização e até hoje continua utilizando em vários outros recursos. O VHD é um encapsulador que contém uma imagem de disco rígido que possui uma flexível maneira de armazenar dados em um simples formato de arquivo. Para ter noção dos benefícios que podem ser abstraídos dos VHDs, desde o Windows 2008 o arquivo de backup usam a extensão VHD, a partir do Windows 7 e do Windows 2008 R2 é possível iniciar um sistema operacional físico baseado em um VHD e também é possível criar e gerenciar VHDs usando o gerenciamento de discos e a linha de comando diskpart.

O Windows Server 2008 R2 trouxe interessantes novidades relacionadas à virtualização e uma delas foram as melhorias feitas na arquitetura dos discos virtuais. Antes de entrarmos em detalhes sobre elas veremos na tabela abaixo os quatro tipos de discos e as respectivas instruções de uso de cada um deles.

Tipo de VHD Recursos Instruções de uso
Disco dinâmico O arquivo começa com alguns kbs e cresce apenas quando os dados são adicionados alocando-os em blocos. O arquivo é limitado de acordo com as configurações dadas durante a criação do disco. Tem aproximadamente 10% a 15% menos performance que um disco fixo As melhorias existentes na versão R2 faz com que esta opção se torne viável para ser usada em alguns cenários de produção. A capacidade de armazenamento do host e a fragmentação podem ser um risco.
Disco fixo Cria um arquivo dedicado que não muda de acordo com o conteúdo que é adicionado. Isso garante mais performance comparando-o com o disco dinâmico. Usado em servidores em produção aonde a performance e a disponibilidade seja importante
Disco Diferencial Registra apenas as alterações feitas e tem um arquivo VHD usado como base. Possibilita versionamento flexível, mas geralmente tem um VHD base configurado como dinâmico, que faz com que a performance não seja tão boa Usado em ambientes testes e de desenvolvimento, pois não consome muito espaço em disco uma vez que o disco base seja usado para várias máquinas virtuais.
Disco Pass-Through A máquina virtual tem acesso direto ao disco com acesso exclusivo possibilitando o maior nível de performance entre os tipos de VHDs. Usado em produção onde performance é a prioridade máxima, mas não suporta snapshots, fazendo que não seja tão flexível para reverter alguma configuração que foi feita.

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Os discos fíxos e Pass-Through são os mais recomendados para serem usados em ambientes em produção que precisam de alta performance, mas comparado com o Windows 2008 o disco dinâmico teve grandes melhorias de velocidade, sendo possível seu uso em ambientes de produção que não precisam de muito I/O de disco como Domain Controllers, Web Servers, DHCP Servers, dentre outros.

Hoje é normal vermos projetos e servidores de alta capacidade como Exchange Servers e SQL Servers sendo usados em produção com o Hyper-V R2. Quase todos os novos produtos que são lançados no mercado estão sendo testados e homologados em ambientes críticos usando a virtualização e os benefícios que o R2 oferecem.

Na próxima tabela fica evidente todas as melhorias desde o 2008 até a versão R2 como velocidade, tamanho de blocos e funcionalidades como o adicionamento a quente de HDs virtuais.

Recursos de Virtualizacão WS08 + RTM Hyper-V WS08 SP2 Hyper-V Windows Server 2008 R2 Hyper-V
Performance de VHD dinâmico A escrita é 3x mais lenta que o fixo. Isso ocorre por causa da limitação de cache de meta data A escrita é 3x mais lenta que o fixo. Isso ocorre por causa da limitação de cache de meta data Disco Dinamico e Fixo tem a performance com quase a mesma paridade
Diff Disk Scaling Performance 1x 1x 4x – 5x
Tamanho de IO (Virtual SCSI) 64KB 64KB 8MBytes

(melhoramento de throughput)

Tamanho de IO (Virtual IDE – Sem alteração) 64KB 64KB 64KB
Tamanho de blocos nos VHDs 512KB 512KB 2MB
Velocidade de criação de disco Fixo 1x 1x 3x – 4x
Hot add de storage Não Não Sim
SCSI Command Pass-through Não Não Sim

O tamanho de Imput/Output (IO) usados nos discos virtuais SCSI faz com que o sistema utilize e distribua melhor os dados em blocos maiores, garantindo maior performance, mesmo em grandes ambientes de armazenamento.

Vale ressaltar que o tamanho máximo para arquivos VHD são 2 Terabytes.

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Outra grande melhoria foi a velocidade de criação dos VHDs no Windows Server 2008 R2. Em alguns casos a demora do 2008 era perceptível, mas observando o próximo gráfico fica claro a diferença de velocidade, mesmo em discos grandes.

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Nos próximos dois gráficos podemos ver a diferença de performance entre os discos dinâmicos do Windows Server 2008 e o Windows Server 2008 R2 em ambientes de produção. No primeiro exemplo foi usado um processamento de workload em uma transação online.

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No segundo exemplo foi usado um Web Server onde podemos ver que a latência do disco diferencial do Windows Server 2008 é muito maior que o R2.

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É importante verificarmos todas as variáveis, recursos que cada tipo de VHD apresenta e suas diferenças entre o Windows 2008 e o Windows 2008 R2 na hora de planejarmos nossos sistemas virtuais. Fica muito mais fácil identificarmos cada necessidade dos servidores de acordo com os VHDs e suas opções. A compra do armazenamento (storages) também é muito decisivo. Não se preocupe somente com o tamanho, como geralmente é feito, mas também com a velocidade de acesso aos discos. Na maioria dos casos esse detalhe é muito mais importante que a capacidade.

Referencias: http://blogs.technet.com/b/puneetvig

VHD Performance Writepaper: http://download.microsoft.com/download/0/7/7/0778C0BB-5281-4390-92CD-EC138A18F2F9/WS08_R2_VHD_Performance_WhitePaper.docx

 

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Post retirado do blog MSVirtualization

Lixo Eletrônico, o que é e onde jogar.

3 de maio de 2012 Deixe um comentário

 

Sábado passado meu pai viu na TV uma reportagem sobre uma campanha de descarte de lixo eletrônico onde informaram alguns locais de coleta entre eles o parque do Ibirapuera portão 3, entrada pela Avenida Pedro Álvares Cabral.
Quando juntamos tudo o havia para jogar vi o tamanho do problema do “e-lixo”, O Carro foi com o banco traseiro abaixado e mesmo assim ficou lotado, quando chegamos lá haviam duas caçambas verdes e vazias pois o caminhão havia acabado de levar o e-lixo, descarregamos tudo e enchemos uma caçamba inteira.

Vendo esse fato notei que muitas pessoas sabem que não se deve jogar esse tipo de lixo com o comum mas o problema é onde jogar, as pessoas acabam jogando em qualquer lugar pois não é todo mundo que tem um lugar pra deixar “estocado” o e-lixo para depois levar em algum lugar e descartá-lo e muitas vezes porque isso ainda deve ser feito de carro pois muitas veze o local de descarte é longe e ninguem vai sair com um monitor antigo (CRT) e um ventilador queimado na mão e ainda pegar um ônibus para simplesmente jogar o lixo, ou seja de ônibus ou de carro nós temos que “pagar” para jogar o e-lixo corretamente.
Creio que os maiores problemas para o correto descarte do lixo eletrônico, são que as pessoas precisam “pagar” para jogar e a falta de locais de coleta, ou até mesmo uma coleta seletiva como já temos para recicláveis pelo menos em São Paulo Capital, um caminhão poderia passar em um determinado dia uma vez por mês para recolher esse tipo de lixo.

O que é o Lixo eletrônico?

Podemos definir como lixo eletrônico ou e-lixo tudo o que é proveniente de equipamentos eletro-eletrônicos, incluindo celulares, computadores, impressoras etc.

Milhares de aparelhos são descartados diariamente, e com a rapidez da tecnologia, cada vez mais o consumidor quer substituir seus aparelhos por outros mais modernos, mesmo que os “antigos” ainda estejam funcionando.

O lixo eletrônico causa um grave problema para o meio ambiente, pois consome uma enorme quantidade de recursos naturais em sua produção. Um único laptop, por exemplo, exige 50 mil litros d’água em seu processo de fabricação. Além disso, se considerarmos que a vida útil desses equipamentos é muito curta – a de um computador gira em torno de três anos, e a de um celular, cerca de dois anos – podemos ter dimensão da quantidade de lixo que o descarte de eletrônicos significa.

A parte mais grave é o conteúdo do e-lixo, que inclui metais pesados como chumbo, cádmio e mercúrio, além de outros elementos tóxicos. Por este motivo, esses resíduos precisam de tratamento adequado para não causar danos à saúde e ao meio ambiente.

Onde jogar o lixo eletrônico?

Uma opção é o Parque do Ibirapuera portão 3 onde eu descartei o meu lixo, esse é um ponto fixo então sempre podemos ir lá pelo menos quem é de São Paulo.
Fazendo uma pesquisa na internet encontrei mais alguns sites que podem ajudar a encontrar um local próximo para o correto descarte do lixo eletrônico.

Esse primeiro site utiliza o mapa da google, você coloca o seu endereço e ele mostra alguns locais próximos que recolhem o e-lixo.
E-Lixo maps

Esse segundo é bem interessante, é de um projeto de reciclagem de eletrônicos desenvolvido pelo Instituto GEA em parceria com a LASSU, o projeto visa aumentar a renda dos catadores de materias recicláveis dando treinamento para eles.
No site você pode ler mais sobre esse ótimo projeto.
Instituto GEA

Ajudem a divulgar essa informação pois o descarte do e-lixo ainda é um grande problema no Brasil.
E se alguem tiver mais informações por favor me enviem para que eu possa acrescentar nesse post e assim poder alcançar mais pessoas.

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O texto “O que é o Lixo eletrônico?” foi retirado do site Instituto GEA

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